A expedição de papelão ondulado no Brasil alcançou 358.786 toneladas em abril de 2026, volume recorde para o mês desde o início da série histórica do Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO), elaborado pela Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) em parceria com a FGV. O resultado representa crescimento de 5,5% em relação a abril de 2025 e supera a marca anterior registrada em 2024.
O avanço reforça a relevância do papelão ondulado como um dos principais indicadores da atividade econômica brasileira. Presente em praticamente todas as cadeias produtivas, o material acompanha o desempenho de setores como produtos alimentícios, cosméticos, higiene, farmacêuticos, comércio eletrônico, entre outros, refletindo a movimentação da economia real.
Por dia útil, o volume expedido atingiu 14.949 toneladas, também com alta de 5,5% na comparação anual. Como abril de 2026 teve o mesmo número de dias úteis de abril de 2025, o crescimento reflete efetivamente o aumento da demanda por embalagens de papel no período.
O desempenho observado em abril reflete a continuidade da demanda por embalagens de papel em diferentes segmentos da economia. Por estar diretamente ligado ao transporte, armazenamento e comercialização de produtos, o papelão ondulado funciona como um importante termômetro da atividade econômica, capturando movimentos da produção industrial, do consumo e da logística em todo o país.
Em comunicado de Fato Relevante, assinado por Marcos Moreno Chagas Assumpção, vice-presidente executivo de Finanças e RI da Suzano foi anunciada ao mercado a conclusão da aquisição de 51% do capital social da FamPro Tissue Holdings B.V. (que passará a se chamar Arbex) junto à Kimberly-Clark Corporation (K-C). A operação, realizada por meio de sua subsidiária Suzano International Holding B.V., foi finalizada após o cumprimento de todas as condições precedentes acordadas no contrato original de junho de 2025.
O negócio foi liquidado pelo montante total de USD 1,3 bilhão (equivalente a aproximadamente R$ 6,7 bilhões). A nova joint venture inicia suas operações com uma dívida líquida total de cerca de USD 1,0 bilhão, reflexo de captações de financiamento estruturadas para a transação. O preço final pago pela Suzano ainda permanece sujeito aos ajustes usuais para transações deste porte.
O Conselho de Administração da Arbex terá como presidente Walter Schalka (ex-diretor presidente e atual conselheiro da Suzano.
A criação da joint venture, focada no mercado global de papéis e lenços, mexeu no organograma dos executivos da Suzano. De acordo com o portal da Forbes, três executivos deixam a Suzano para assumir vice-presidências na Arbex. Luís Bueno assume a área de operações. Caroline Carpenedo será responsável por pessoas, sustentabilidade e marca. Enquanto Pablo Cadaval Santos pelo setor de tecnologia. Os três responderão diretamente ao CEO da Arbex, Ehab Abou-Oaf.
“Esta nova empresa reúne um legado sólido, um portfólio de marcas confiáveis e uma visão ambiciosa para o futuro. Nossas empresas controladoras nos proporcionaram uma base robusta e uma posição de destaque no mercado. Em um cenário global cada vez mais dinâmico e em constante transformação, a Arbex inicia sua trajetória com uma posição sólida, e acreditamos que podemos contribuir para moldar o futuro do setor de papéis tissue e de produtos de higiene”, afirmou Abou-Oaf.
A sétima edição do HDOM Summit será nos dias 10 e 11 de novembro. Mas você já pode fazer indicações para o 4° Prêmio HDOM.
O encontro que se consolidou como o principal evento voltado para líderes, executivos(as) e investidores(as) do setor florestal do Brasil terá novamente a premiação que tem como principal objetivo incentivar e estimular a inovação no setor florestal e homenagear as instituições, empresas e executivos(as) que se destacaram no ano de 2026.
O 4° Prêmio HDOM tem cinco categorias: Destaque Institucional, visa premiar ações desenvolvidas pelas associações e instituições sem fins lucrativos, que estejam ligadas à cadeia produtiva de base florestal. Destaque Inovação, visa premiar iniciativas, projetos ou tecnologias que, com soluções inovadoras e eficientes, geraram resultados positivos para algum processo da cadeia produtiva de base florestal. Empresa do Ano, reconhece a empresa (nacional ou estrangeira) que se destacou no período por alguma ação, projeto ou investimento significativo no setor florestal brasileiro. Executivo/a do Ano, que premia o/a executivo/a que teve uma gestão de destaque no ano de 2026. E Legado Florestal Brasileiro: Visa premiar a personalidade que, ao longo do tempo, contribuiu de forma significativa para o desenvolvimento do setor florestal nacional.
As iniciativas submetidas devem ter sido implementadas entre dezembro de 2025 a outubro de 2026.
A premiação está na etapa de indicações e todos podem participar. Preenchendo o formulário disponível no site oficial do HDOM Summit 2026, o público indicará as entidades, empresas, inovação, executivo(a) e legado florestal brasileiro destaque para concorrer ao 4° Prêmio HDOM. As indicações podem ser registradas até o dia 28/08/2026.
Na segunda etapa, a Malinovski irá compilar as indicações de cada categoria. As indicações mais frequentes e de maior relevância irão para votação. A votação deverá ser feita exclusivamente por meio do preenchimento de formulário disponível no site oficial do HDOM SUMMIT 2026. As votações serão abertas no dia 05/10/2026 e encerradas no dia 26/10/2026.
Na etapa final os mais votados serão submetidos ao Conselho Executivo do 4º Prêmio do HDOM para seleção dos vencedores.
O setor brasileiro de árvores cultivadas para fins industriais alcançou uma marca expressiva: o plantio de 2,2 milhões de árvores por dia. São árvores plantadas, colhidas e replantadas para a geração de bioprodutos essenciais para o cotidiano. O dado, reunido pela Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), evidencia a dimensão de uma atividade que combina produção sustentável, conservação dos recursos naturais e geração de desenvolvimento econômico e social em todo o país.
As árvores cultivadas abastecem uma ampla cadeia produtiva responsável pela fabricação de produtos como papéis para higiene e uso pessoal, embalagens, livros, cadernos, papéis especiais, painéis de madeira, pisos laminados, biomateriais e fibras utilizadas pela indústria têxtil, a exemplo da viscose. Por serem provenientes de fonte renovável, serem recicláveis e biodegradáveis, esses produtos desempenham papel crescente na substituição de materiais de origem fóssil.
Ao longo de seu crescimento, as árvores removem gás carbônico da atmosfera e o armazenam em sua biomassa, contribuindo para o combate a um dos maiores desafios de nossos tempos: a mudança do clima. O setor produz seguindo uma lógica de manejo sustentável, como o plantio em mosaico, que intercala áreas produtivas e vegetação nativa, favorecendo a formação de corredores ecológicos e a conservação do solo, da água e da biodiversidade. De forma pioneira, há mais de duas décadas as empresas buscaram rigorosas certificações internacionais que atestam as boas práticas adotadas.
Atualmente, a indústria de árvores cultivadas mantém 10,5 milhões de hectares de árvores para fins produtivos e conserva mais de 7 milhões de hectares de vegetação nativa em suas propriedades, uma dimensão superior à do estado do Rio de Janeiro. A expansão do cultivo acontece sobre áreas antropizadas, de forma a transformar pastos de baixa produtividade em plantações produtivas, que ainda prestam valiosos serviços ecossistêmicos. Vale ressaltar que segundo o Atlas da Pastagem, da Universidade Federal de Goiás, há no Brasil mais de 100 milhões de hectares de terra com algum nível de degradação, que podem ser convertidas para a produção de alimentos, energia, fibras e restauração de florestas para a geração de créditos de carbono.
Estão abertas as inscrições para a 7ª edição do HDOM Summit – Forest Leaders & Investors Meeting, principal encontro de executivos(as), gestores(as) e investidores(as) do setor florestal brasileiro. O evento será nos dias 10 e 11 de novembro de 2026, no Espaço APAS, em São Paulo, reunindo lideranças da cadeia de base florestal para dois dias de conteúdo estratégico, networking e negócios.
Os interessados podem garantir participação aproveitando a política de lotes do evento. Os ingressos do 2º lote estão sendo comercializados por R$ 3.590, até 30 de julho; depois, o 3º lote, por R$ 3.990, até 8 de outubro; e o 4º e último lote, por R$ 4.290, até 27 de outubro. Durante o evento, caso ainda haja disponibilidade, o ingresso custará R$ 4.500. As vagas são limitadas.
A inscrição contempla uma experiência completa durante os dois dias de programação, incluindo coffee break nos dois dias, coquetel de networking no primeiro dia, almoço no segundo dia, kit exclusivo do participante, brindes dos patrocinadores e acesso a toda a programação técnica e estratégica do HDOM Summit.
Para facilitar a participação de visitantes de outras regiões do país, o evento conta com tarifas especiais em dois hotéis oficiais parceiros: o Radisson Pinheiros e o Quality Suites Oscar Freire, ambos localizados próximos ao Espaço APAS e com condições exclusivas para os participantes do HDOM Summit.
Consolidado como o principal fórum de debates estratégicos da indústria florestal brasileira, o HDOM Summit chega à sua sétima edição após reunir, ao longo de seis edições, mais de 1.800 tomadores de decisão. Em 2025, o evento registrou novo recorde de público, com mais de 350 líderes participando de painéis e debates sobre economia, geopolítica, investimentos, inovação, sustentabilidade e os principais mercados ligados à silvicultura.
O HDOM Summit – Forest Leaders & Investors Meeting já tem data marcada para a sétima edição. O encontro será realizado nos dias 10 e 11 de novembro de 2026, novamente no Espaço APAS, em São Paulo, repetindo o local que sediou a edição anterior e consolidando o evento na capital paulista como o principal fórum de debates estratégicos da indústria florestal brasileira.
Reconhecido por reunir as principais lideranças empresariais, executivos, investidores e especialistas do setor, o HDOM Summit chega à sétima edição em um momento de expansão dos investimentos na cadeia florestal brasileira. O evento promove um ambiente qualificado para a discussão dos principais desafios, oportunidades e tendências que influenciam a competitividade do setor, além de estimular conexões entre empresas, investidores e tomadores de decisão.
A edição de 2025 consolidou definitivamente o HDOM Summit como o principal encontro de líderes e investidores da silvicultura brasileira, quando registrou um novo recorde de público, reunindo mais de 350 profissionais que ocupam cargos de liderança e gestão em empresas de diferentes segmentos da cadeia florestal, vindos de diversas regiões do país.
Durante dois dias de programação, o HDOM Summit promoveu debates de alto nível sobre economia, geopolítica, mercados, investimentos, sustentabilidade, produtividade, mecanização, inovação e inteligência artificial, além de abordar perspectivas para diferentes segmentos consumidores de madeira, como papel e celulose, siderurgia, exportação de produtos de madeira e etanol de milho.
Entre os destaques da programação estiveram apresentações de executivos de grandes empresas do setor florestal brasileiro, como Klabin, Suzano, Sylvamo e Eldorado Brasil, além de especialistas de instituições nacionais e internacionais, analistas de mercado, investidores e representantes da academia.
Segundo Ricardo Malinovski, CEO da Malinovski, empresa promotora do evento, a realização da sétima edição representa a continuidade de um projeto que acompanha a evolução do setor e busca antecipar os desafios que impactam empresas e investidores. “A indústria florestal brasileira vive um momento de forte expansão, com investimentos expressivos previstos para os próximos anos. O HDOM Summit foi criado justamente para reunir as lideranças responsáveis por conduzir esse crescimento, promovendo discussões qualificadas sobre mercado, inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável”, destaca.