De janeiro a agosto de 2023, o estado do Paraná registrou um saldo positivo de 39.181 novos postos de trabalho ocupados por mulheres. Foram 534.582 admissões e 495.346 desligamentos, conforme dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) extraídos pela Secretaria de Trabalho, Qualificação e Renda. Outros estados tem números positivos. Na frente do Paraná estão: São Paulo (170.118), Minas Gerais (63.468) e Rio de Janeiro (40.607). No geral, o Brasil fechou o período com resultado de 548.861.

Quando focamos no agronegócio, as mulheres estão presentes em todas as áreas. Elas já são mais de 10 milhões, num universo predominantemente masculino, de acordo com um levantamento feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo a participação das mulheres em cargos de liderança não é uma novidade, um dos destaques é a engenheira agrônoma Mônika Bergamaschi. Ela foi a primeira e única mulher no comando da secretaria, assumindo a pasta entre 2011 a 2014.

Oito Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo são presididas por mulheres: Célia Maria Pinotti Carbonari (Vitinicultura, Vinho e Derivados); Chris Morais (Carne Bovina); Cristina Nagano (Ovos); Fernanda Maria Abilio (Produtos Florestais), Patrícia Galasini (Olivicultura); Roberta Matarazzo Suplicy (Sucos e Bebidas); Suzana Lopes de Araujo (Fungos e Cogumelos); e Vanilda Luciene de Faria Santos (Produtos Apícolas).

Para dar ainda mais luz ao tema, o HDOM Summit terá a palestra “Cultivando Igualdade: o panorama de gênero florestal de 2023, com Maurem Alves. A consultora de Sustentabilidade na Klabin e Conselheira-Diretora da Rede Mulher Florestal irá fazer a apresentação no primeiro dia do evento.

A ArcelorMittal concluiu no primeiro trimestre do ano, a aquisição da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), uma operação que totalizou cerca de US$ 2,2 bilhões. A CSP é uma operação de classe mundial e produz placas de alta qualidade a um custo globalmente competitivo. Localizada no estado do Ceará, opera um alto-forno com capacidade de 3 milhões de toneladas, tendo acesso ao Porto de Pecém via correias transportadoras, um porto de águas profundas de grande escala, localizado a 10 quilômetros da usina.

CEO da ArcelorMittal, Aditya Mittal, explicou a estratégia da companhia. “Nos permite atender o crescimento da demanda de aço, através da adição de capacidade de produção de placas de alta qualidade e competitivas em custo, provendo oportunidade de vender tanto dentro do nosso próprio grupo quanto para os mercados da América do Norte e do Sul. A longo prazo, também temos a opção de aumentar sua capacidade e adicionar instalações de acabamento, enquanto há um caminho claro para descarbonizar o ativo, tendo em vista os investimentos em energia renovável que estão sendo feitos no estado do Ceará.” Em 2022, 12% do total da energia consumida pela companhia foi gerada com carvão vegetal de florestas plantadas.

Desde 2011, o carvão vegetal que também é utilizado como matéria-prima na produção de aços, é produzido nas florestas do grupo. A iniciativa visa garantir o fornecimento regular do insumo como diferencial competitivo na produção de ferro-gusa, com excelência operacional, de forma segura, inovadora e sustentável, com foco na descarbonização do aço.

Está tramitando no Congresso Nacional o projeto de lei que regulamenta o mercado de carbono no Brasil. Em debate no Senado Federal, o PL nº 412/2022 trata do mercado brasileiro de redução de emissões de gases de efeito estufa.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), há pelo menos cinco mercados regulados de carbono com experiências a serem compartilhadas globalmente. Eles foram base de um estudo realizado pela CNI para elaboração de uma proposta ao governo federal.

“Fizemos um estudo dentro do que já tinha sido estabelecido no arcabouço da União Europeia, Califórnia e Canadá, mercados mais parecidos com o Brasil, além do México. São mercados onde os

setores energointensivos já tinham entrado no sistema, como Coreia do Sul, e também mercados menores, como a região metropolitana de Tóquio. Foram mapeamentos importantes para nos dar subsídios e assim estruturar uma melhor proposta possível para o nosso contexto”, explicou o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo.

Segundo divulgado pela CNI, o setor industrial brasileiro defende a adoção do modelo cap and trade, em que é definida uma quantidade máxima de emissões de gases de efeito estufa aos agentes regulados e são emitidas permissões de emissão equivalentes de carbono. Assim, aqueles que economizarem poderão vender suas permissões e os que superarem a cota poderão comprar as permissões.

“É um instrumento que conversa com as iniciativas internacionais, além de trazer segurança jurídica aos setores regulados com regras claras e melhoria do ambiente de negócios”, explica o gerente-executivo. Também, em defesa do sistema cap and trade, o vice-presidente e ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou, em evento promovido pela CNI, que o Brasil pode ter ganho de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) – equivalente a US$ 120 bilhões – com mercado regulado de carbono.

A Eldorado Brasil inaugurou um novo terminal portuário em Santos, atualmente o maior porto da América Latina. “Como todas as empresas que fazem parte do grupo J&F, a Eldorado Brasil é exemplo em sustentabilidade, inovação e tecnologia. Acreditamos muito no Brasil, por isso investimos constantemente no país”, declarou o presidente da J&F Investimentos e presidente do Conselho de Administração da Eldorado Brasil, Aguinaldo Filho.

Projetado para ser um dos terminais portuários mais modernos do mundo, o empreendimento representa um investimento de R$ 500 milhões e tem a capacidade nominal de escoamento de 3 milhões de toneladas de celulose por ano, três vezes mais do que a companhia operava em seu antigo terminal em Santos.

Com uma área de 53 mil metros quadrados, a construção do terminal teve início em janeiro de 2022, envolvendo mais de 500 pessoas. O terminal tem capacidade para armazenar até 150 mil toneladas de celulose e comporta até 72 vagões, além de possibilitar o embarque de até dois navios simultaneamente. Com operações multimodais, a chegada da celulose se dará por meios rodoviário e ferroviário, proporcionando à companhia maior competitividade logística.

Foto: Eldorado/Divulgação

A edição 2023 do HDOM Summit vai contar com o PRÊMIO HDOM. A premiação será distribuída em três categorias:

Prêmio HDOM “Destaque Institucional”: Premiação que tem por objetivo dar visibilidade às ações desenvolvidas pelas associações estaduais de base florestal.

Prêmio HDOM “Destaque Empresarial”: Premiação que tem por objetivo dar visibilidade às ações de inovação desenvolvidas pelas empresas que atuam no setor de base florestal brasileiro.

Prêmio HDOM “Executivo/a do Ano”. Premiação que tem por objetivo dar visibilidade ao/à executivo/a do setor de base florestal do ano.

PRÊMIO HDOM “DESTAQUE INSTITUCIONAL”
Com o objetivo de dar visibilidade às ações desenvolvidas pelas associações de base florestal, foi selecionada uma ação de cada associação estadual para fazer parte desta premiação. Cada ação foi descrita resumidamente abaixo para a sua avaliação e votação.

ABAF (BA)
Programa Ambiente Florestal Sustentável

A ABAF lançou o Programa Ambiente Florestal Sustentável como ampliação do Programa Fitossanitário de Controle da Lagarta Parda, de 2015.

Trabalha os temas: Uso Múltiplo da Floresta Plantada; Regulamentação Ambiental das Propriedades Rurais; Integração Lavoura, Pecuária e Floresta; Preservação dos Recursos Hídricos; Prevenção e Controle de Incêndios Florestais; Controle de Gado nas Áreas de Preservação; Combate ao Carvão Ilegal; Apicultura para Pequenos e Médios Produtores; Caça Ilegal de Animais Silvestres; e Programa Fitossanitário de Pragas.

Resultados positivos graças às parcerias: Agência de Defesa Agropecuária, Secretaria da Agricultura, Federação da Agricultura; associações de produtores rurais e prefeituras.

O PAFS leva aos produtores rurais e estudantes, informações que contribuem para a maior conscientização sobre educação ambiental e diversificação e a sustentabilidade do agronegócio.

Já percorreu 464 mil quilômetros, realizou 300 treinamentos, instruiu 13 mil pessoas e visitou 2.100 propriedades rurais do Sul e Extremo Sul da Bahia.

ACR (SC)
Podcast ACR em Notícias

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Resumo: Alicerçada em uma ideia da gestão anterior, a atual diretoria da Associação Catarinense de Empresas Florestais lançou em 2023 o podcast ACR em Notícias. O programa com episódios mensais, para plataformas de áudio como Spotify e WhatsApp, traz notícias e informações sobre o setor florestal catarinense e temas correlatos.

É uma ferramenta de informação que o usuário, ao utilizar um dispositivo móvel, pode acessar a qualquer momento garantindo conteúdo e entretenimento de interesse para profissionais, estudantes e envolvidos setorialmente, com foco em Santa Catarina.

Ao longo destes oito primeiros episódios já impactou grande parte da comunidade florestal catarinense, assim como diversos cursos de engenharia florestal dentro do estado de Santa Catarina. Serve de fonte de informação para veículos de comunicação, com um formato pronto para ser usado em rádios, além de oferecer conteúdo para mídia impressa, televisiva ou digital.

AGEFLOR (RS)
Mobilização para aprovação do ZAS

A AGEFLOR mobilizou associados, entidades, profissionais e acadêmicos a participar da consulta pública referente ä atualização do Zoneamento Ambiental para a Atividade de Silvicultura no RS (ZAS-RS). Através de seus canais na internet, e-mail, reuniões e contatos pessoais, buscou destacar a importância do setor estar engajado neste processo.

Quando implantado, foi estabelecido prazo de 5 anos para o ZAS ser atualizado. Após mais de dez anos e com a evolução tecnológica e ferramentas para aferição de dados e indicadores, o tema urgia voltar ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema).

Com o auxílio da mobilização, a consulta teve uma participação recorde de mais de 215 manifestações, sendo ampla maioria positiva: 172 favoráveis, 26 neutras e 14 contrárias. As manifestações deram respaldo para que os integrantes do Consema aprovassem a atualização, em audiência no dia 14 de setembro.

APRE (PR)
1º Prêmio APRE Florestas de Jornalismo

As florestas plantadas são fundamentais para o planeta, pois aliam conservação e sustentabilidade, oferecendo uma matéria-prima renovável e com mínimo impacto ambiental. Além da contribuição direta como fonte de insumo para os mais diversos produtos, são um fator-chave para reduzir a pressão sobre as florestas nativas e a solução necessária e urgente para frear as mudanças climáticas.

Para reforçar essa mensagem, estimular a cobertura jornalística de qualidade e reconhecer a excelência do trabalho da imprensa, a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) lançou o 1º Prêmio APRE Florestas de Jornalismo. Queremos, assim, divulgar esse protagonismo e fazer com que a informação chegue ainda mais longe, para que todos possam conhecer os benefícios das florestas plantadas para a sociedade e para o meio ambiente.

AREFLORESTA (MT)
Unir para fortalecer


A AREFLORESTA é referência em Mato Grosso para questões de apoio e representatividade do setor de produção de árvores atuando nas diferentes câmaras de discussões, sugerindo e opinando nas políticas públicas de investimento e fomento do setor, além de agir de forma proativa na abertura de novos mercados para produtos florestais.

Em 2023, nossos esforços se concentraram em captar parceiros para projetos voltados para promoção do setor, qualificação, pesquisa e inovação, buscando novas tecnologias e práticas que aumentem a eficiência e a sustentabilidade das florestas plantadas.

Através da colaboração entre diversos stakeholders, estamos construindo uma base sólida para o crescimento responsável do setor de florestas plantadas, promovendo o desenvolvimento econômico, sem comprometer os recursos naturais essenciais para o futuro.

Desenvolvimento e fortalecimento do setor produtivo e base sólida para fomentar o setor, além de proporcionar um ambiente de negócios competitivo para a cadeia de plantações de árvores.

FLORESTAR (SP)
Acordo de cooperação com Fepaf

A Florestar São Paulo firmou acordo de cooperação com a Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf). A intenção é fomentar um programa de ações colaborativas para potencializar a formação acadêmica e profissional das próximas gerações de engenheiros florestais. A Florestar considera que estes profissionais são os responsáveis pela manutenção e contribuição na expressividade da cadeia florestal brasileira em escala global.

Esta ação promove apoio e suporte para desenvolvimento científico e tecnológico, além do compartilhamento da expertise entre as duas instituições. Prevê a criação de projetos específicos nas áreas de manejo florestal, gestão do carbono e regulação climática, além de promoção de eventos, financiamento acadêmico e oportunidades profissionais.

Deve impactar positivamente o desenvolvimento de projetos, estudos e pesquisas científicas de estudantes de engenharia florestal. Dados e informações obtidas em estudos acadêmicos poderão ser utilizadas e aplicadas no planejamento estratégico do setor florestal paulista.

REFLORE (MS)
11ª Edição da Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios

A Reflore realiza anualmente sua Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios que, em 2023, chega a sua 11ª edição. A campanha é sobre educação (palestras nas escolas), planejamento (grupo de prevenção e combate a incêndios) e investimento em tecnologia (satélites de captação de calor e torres de monitoramento). Todos os itens citados anteriormente estão dentro do guarda-chuva do mote: ‘Fogo Zero. O melhor combate é a Prevenção’. Fogo Zero, inclusive, é nosso slogan desde 2021. A campanha é composta por: outdoors, panfletos, adesivos, vídeos virais de web, spot e veiculação de rádios, postagens, releases e os encontros estratégicos citados acima.

É importante porque ajuda a criar uma CULTURA de prevenção.

O setor florestal apresentou estatisticamente um número inferior de avarias e danos por queimadas em relação a outras localidades e segmentos do estado.

Na última terça-feira (12) as empresas Smurfit Kappa e WestRock confirmaram um acordo de fusão, o que deve criar a maior empresa de papel para embalagens listada em bolsa no mundo. De acordo com a agência Reuters, o negócio chega em torno dos US$ 20 bilhões e está previsto para ser concluído no segundo trimestre do ano que vem.

A Smurfit Kappa, sediada na Irlanda, ocupa a posição número 1 em embalagens de papelão ondulado na Europa. É um dos fornecedores líderes de soluções de embalagens à base de papel no mundo, com mais de 47 mil funcionários em 36 países. Em 2022 teve receitas da ordem de 12,8 bilhões de Euros.

Com sede nos Estados Unidos e mercados na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Austrália e um negócio integrado por florestas, fábrica de papel e fábricas de papelão ondulado, a WestRock fornece soluções em papel e embalagens sustentáveis e recicláveis. Possui mais de 50 mil funcionários no mundo todo. Juntas, Smurfit Kappa e WestRock geraram US$ 34 bilhões em receitas em um período de doze meses.

A empresa Tanac, líder mundial na fabricação de extratos vegetais de Acácia Negra, assinou uma carta de intenções com o Banco do Brasil. O objetivo é viabilizar financiamento para plantio e manejo florestal de Acácia Negra no estado e aumentar a base florestal do gênero, que perdeu espaço nos últimos anos para a agricultura.

O Diretor Presidente da Tanac, João Carlos Ronchel Soares, e o Diretor Presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, assinaram o documento em setembro. O acordo irá oferecer um leque de opções de financiamento aos produtores rurais para custeio e investimento agropecuário. Como contrapartida, a empresa garante a compra de toda a produção financiada.

Além de madeira, a casca da árvore de Acácia Negra é aproveitada para produção de taninos, que possuem diversas aplicações, entre elas: curtimento de couro, separação de óleos e graxas, estações de tratamento de água, aditivos em vinhos e cervejas e aditivos para nutrição animal.

“Essa parceria pioneira demonstra mais uma vez que a Tanac tem um papel protagonista na produção e fomento de florestas de Acácia Negra no estado do Rio Grande do Sul. A Tanac reforça o seu compromisso econômico, cultural e social com a comunidade e produtores do estado, vinculado à sua agenda ESG, investindo fortemente no crescimento das florestas de Acácia Negra e estimulando a cultura local”, disse o Diretor Presidente da empresa.

O Centro de Desenvolvimento do Agronegócio – CEDAGRO do estado do Espírito Santo, acaba de publicar um levantamento intitulado “O Setor de Base Florestal do Estado do Espírito Santo”. O documento faz um apanhado geral de dados de 2021, que demonstram a importância e o impacto da atividade no estado.

A grande maioria das árvores plantadas para fins comerciais no Espírito Santo são do gênero eucalipto: 264.298 hectares; de um total de 280.026 hectares. Seringueiras representam uma área de 12.579 hectares; enquanto pinus, 1.823 hectares. A indústria capixaba consumiu 13.363.906 metros cúbicos de madeira plantada em 2021. O segmento de celulose utilizou 63,36% deste total, ou 8.467.278 m3. Depois vêm siderurgia, com 1.488.000 m3 em forma de carvão para produção de ferro gusa; e outros 1.305.046 m3 em forma de madeira e carvão vegetal para geração de calor.

Ainda de acordo com o documento, o setor de base florestal representa 7,89% (R$ 11,97 bilhões/ano) do PIB capixaba e 26,3% do PIB do agronegócio no estado. Com relação às exportações, os produtos oriundos de florestas plantadas representam quase 50% dos produtos do agro que saem do estado com destino a outros países.

O estudo serviu de base para proposta de elaboração de um plano de desenvolvimento florestal para o estado do Espírito Santo. Nela estão descritas as ações necessárias e estratégias para superação dos desafios e diferentes atribuições para instituições, empresas públicas e privadas, organizações não governamentais e representações do setor que compõe a cadeia produtiva florestal.

Os trabalhos desenvolvidos pela Rede Mulher Florestal para promover a equidade de gênero serviram de vitrine em painel da Assembleia Geral do Forest Stewardship Council (FSC). O evento que discute as diretrizes de certificação e padronização do manejo florestal ocorreu em Bali, na Indonésia, durante o mês de outubro.

No evento paralelo, “Integrando Diversidade e Gênero no FSC”, a Rede Mulher Florestal foi apresentada como um dos cases mundiais de sucesso no esforço de integrar gênero à prática do manejo florestal. Anakarina Pérez Oropeza, Conselheira Estratégica e Líder de Advocacy Global do FSC International, aproveitou a oportunidade para apresentar a recém-lançada Estratégia de Diversidade e Gênero do FSC com diretrizes da entidade para ampliar a diversidade nos negócios.

Houve também destaque para a presença de Fernanda Rodrigues, conselheira diretora da Rede Mulher Florestal e coordenadora executiva nacional do Diálogo Florestal, entre as pessoas convidadas do principal painel da Assembleia Geral. A discussão trouxe elementos para que o FSC oriente sua atuação rumo ao alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e da Agenda 2030.

A Rede Mulher Florestal é membro desde 2019 da Câmara Social – uma das três Câmaras com poder decisório dentro do FSC, ao lado das câmaras Econômica e Ambiental – e participa do Comitê de Desenvolvimento de Padrões do FSC Brasil.

 

Crédito: FSC

Marcado para acontecer nos dias 22 e 23 de novembro, em São Paulo, o HDOM Summit está com excelente perspectiva de público. Em 2021, mais de 90% do público foi formado por tomadores de decisão. A terceira edição do principal encontro de líderes, gestores e investidores do setor de base florestal no Brasil já está com mais de 200 executivos confirmados.

“Vamos tratar sobre as tendencias e impactos da macroeconomia e política, e como isso influenciará o setor florestal nos próximos anos”, comenta Ricardo Malinovski, CEO da Malinovski, empresa organizadora do evento.

O primeiro dia do HDOM Summit terá como tema macro o Investimento Florestal, que será dividido em três painéis. Macroeconomia e Política: impactos e tendências para o setor florestal para os próximos anos; Como a escassez de madeira poderá afetar a indústria de base florestal e sua expansão?; e Mercado de Carbono: Quais são as novas oportunidades para agregação de valor das nossas florestas?

Gestão Florestal é o macrotema para o segundo dia. Os painéis serão; Produtividade Florestal: Quais são as estratégias que estão sendo implementadas para controle e gestão de riscos?; Inovação: Tecnologias adotadas na mecanização, automação e digitalização das operações; e Liderança e sucessão: Quais os desafios para preparar a futura geração de líderes e executivos para as empresas florestais?

Esta edição do HDOM Summit será totalmente em formato presencial. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento: hdomsummit.com.br e o ingresso dá direito ao coquetel do primeiro dia e ao coffee break e almoço do segundo dia, ótimas oportunidades para um networking altamente qualificado.