O 6º Hdom Summit – Forest Leaders & Investors Meeting chegou ao fim, consolidando-se como o principal ponto de encontro entre líderes, gestores(as) e investidores(as) do setor florestal brasileiro.

Nos dias 28 e 29 de outubro, as principais lideranças florestais do país estiveram no Espaço APAS, em São Paulo, para mais uma edição do HDOM, que novamente bateu recorde de público. Foram mais de 350 profissionais, que atuam em cargos de liderança e gestão, vindos de diferentes regiões do Brasil, para dois dias de debates sobre os rumos do setor florestal brasileiro e a influência política, econômica e geopolítica nos mercados em que a silvicultura está incluída.

Agradecemos a todos os participantes, patrocinadores e apoiadores que contribuíram para o sucesso desta edição. Cada interação, insight e parceria firmada reforça nosso compromisso em seguir promovendo o diálogo e o investimento sustentável no setor florestal.

📽️ Assista ao vídeo de encerramento e reviva os melhores momentos deste encontro que reuniu os principais nomes e tendências do mercado.

📰 Leia também o release especial do evento, com os principais destaques e resultados da edição.

1º DIA

Com novo recorde de público, a 6ª edição do HDOM Summit reuniu mais de 350 líderes para debates de alto nível

O Brasil tem mais de 10 milhões de hectares com florestas plantadas de acordo com o último levantamento da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores). Cerca de 1,8 milhão de árvores são plantadas diariamente para fins industriais em nosso país. É um setor que emprega 2,8 milhões de pessoas e mantém mais de 7 milhões de hectares conservados.

“A indústria brasileira produz cerca de 250 milhões de metros cúbicos de madeira anualmente. Apesar de sermos o sexto país em área plantada, somos o primeiro em produtividade. O Brasil é o maior exportador de celulose do mundo e temos investimentos previstos no país em mais de R$ 100 bilhões nos próximos anos, somente dentro do setor florestal, com novas indústrias e plantios”, explica o engenheiro florestal Ricardo Malinovski.

Esse cenário de expansão, competitividade, desafios e sustentabilidade justifica a necessidade por espaços de diálogo e integração entre empresas, investidores e gestores do setor. “Foi com esse propósito que o HDOM Summit – Forest Leaders & Investors Meeting, foi criado e chegou em 2025 à sexta edição”, conta Ricardo, CEO da Malinovski, empresa promotora do evento.

O primeiro dia de HDOM tratou de diferentes mercados. Começou falando sobre a produção e consumo de cavaco de madeira, com Marcos Madruga, International Timber Analyst da Fastmarkets; e em seguida passou pela siderurgia e utilização do carvão vegetal, com o acionista e conselheiro do Grupo Ferroeste, Ricardo Carvalho Nascimento.

O mercado de exportação de madeira na Região Sul e os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros foi o tema apresentado por Gustavo Milazzo, CEO – GCM Trade da Woodflow. Segundo ele, perto de 90% dos produtos processados com madeira, que estão na lista do tarifaço, são da Região Sul do Brasil. Enquanto fundos de investimento e os diferentes formatos para gestão de capital junto a áreas florestais no Brasil e no mundo foi apresentado por João Comério, CEO – AGBI da Innovatech. Os fundos representam 10% das áreas com plantios florestais no Brasil.

Outra tendência que vem ganhando mercado, o etanol de milho; indústria que tem um importante consumo de matéria-prima florestal; foi apresentada por Guilherme Linares Nolasco, presidente-executivo da União Nacional do Etanol de Milho. Os números apresentados pela UNEM dão conta de que a produção de etanol de milho no Brasil deve passar de 8,24 bilhões de litros, em 2025, para 22,55 bilhões de litros nos próximos dez anos.

Uma das gigantes brasileiras do setor florestal, a Klabin, também esteve na pauta da programação do HDOM 2025, com a apresentação do CEO da companhia, Cristiano Teixeira, que apresentou: “Mercado em perspectiva: o Norte estratégico da Klabin”.

As questões de geopolítica mundial e seus impactos no Brasil foram debatidas pelo Professor HOC, cientista político, professor e escritor, uma das principais autoridades brasileiras no assunto.

Fechando a programação do primeiro dia do evento, Leonardo Costa, principal architect da Google, apresentou as principais ferramentas sobre Inteligência Artificial Generativa.

3º PRÊMIO HDOM

Antes do tradicional coquetel que fecha o primeiro dia do evento, aconteceu a premiação do 3º Prêmio HDOM. Com mais de 3.500 votos na votação aberta, e uma etapa que ouviu 35 líderes do setor florestal brasileiro, foram escolhidos os vencedores das cinco categorias que compuseram a terceira edição do Prêmio HDOM.

Confira os vencedores:

🏆 Destaque Institucional: Reflore | Fogo Zero

💡 Destaque Inovação: Eldorado | Espaço Bem-Estar Florestal

🏢 Empresa do Ano: Arauco

👔 Executivo/a do Ano: Germano Vieira, Diretor Florestal da Eldorado Brasil & Douglas Lazaretti, Vice-Presidente Florestal da Suzano

🌳 Legado Florestal Brasileiro: Teotônio de Assis, Consultor na Assistech

2º DIA

A programação do segundo dia do HDOM Summit foi aberta por Marcos Jank, professor sênior e comentarista de agronegócio. Com vasta carreira no setor agrícola brasileiro e de outros países, Jank deu um panorama dos diferentes mercados do mundo e como o Brasil, que é o maior exportador de comodities do mundo, está inserido neste contexto.

Um dos maiores desafios do setor florestal atualmente, a produtividade, foi o principal assunto da apresentação de Eduardo Moré de Mattos, diretor de sustentabilidade da Geplant.  Ele uniu ciência e objetividade, fazendo comparações com o comportamento da natureza, para mostrar um panorama das diferentes realidades do setor florestal brasileiro.

Este e outros desafios enfrentados pelo setor foram temas do painel, moderado por Tatiana Kalman, President Latam e SVP da Sylvamo. “Os desafios da competitividade florestal brasileira”, contou com a participação de Carlos Justo, gerente geral de Operações Florestais da Eldorado, Fabian Fernandes Bruzon, diretor de Planejamento Estratégico da Suzano, e José Valmir Calori, diretor de Operações Florestais da Klabin.

Entrando na parte de mecanização e tecnologia, o HDOM Summit convidou Reinaldo Rocha, gerente de Inovação Florestal da Suzano, para apresentar o case “Mecanização do plantio e irrigação”.

E, para fechar a programação da edição 2025 do evento, o professor e palestrante Gustavo Arns, especialista em felicidade & bem-estar, apresentou sobre “A ciência da felicidade”. Ele contou como corpo e mente saudáveis podem refletir em uma vida mais leve, alcançando e potencializando resultados pessoais e profissionais.

HDOM Summit – Forest Leaders & Investors Meeting 2026

A sétima edição do HDOM Summit – Forest Leaders & Investors Meeting, já está confirmada para 2026. Acompanhe o perfil do HDOM Summit no Instagram: @hdomsummit, fique por dentro das novidades do próximo evento e ainda mantenha-se informado sobre o mercado florestal brasileiro e mundial.

A Corma – Corporação Chilena de Madeira, entidade com mais de 160 associados e que representa quase 90% da base setor florestal do Chile, divulgou um comunicado no qual alerta para possíveis impactos de tarifas impostas pelos Estados Unidos ao país.

Segundo eles, a imposição de novas tarifas sobre as exportações de madeira chilena pode agravar uma crise estrutural já existente. De acordo com o comunicado, além das questões bilaterais, essas medidas terão repercussões globais, pois alteram a alocação de tarifas entre diferentes fornecedores, impactando o mercado internacional de madeira. “Essa incerteza afetará todos os tipos de negócios, mas especialmente as pequenas e médias empresas, que não têm a alavancagem necessária para enfrentar esses desafios internacionais e também enfrentam um mercado interno em declínio”, diz um trecho do texto, publicado no site da instituição.

A Corma ressalta que os embarques chilenos, de grande importância para o Chile, representam um volume muito pequeno para os Estados Unidos, sem afetar seu abastecimento doméstico. Segundo a instituição, os produtos exportados pelo Chile são complementares aos produzidos nos Estados Unidos, não geram concorrência desleal e são provenientes de florestas manejadas de forma sustentável, atendendo aos mais altos padrões ambientais.

A entidade, que representa o setor florestal chileno, defende ainda que o Chile deve, internamente, dar a mesma relevância ao setor que os Estados Unidos estão dando. “A definição deles de madeira como um setor estratégico e uma questão de segurança nacional não é coincidência e é algo que o Chile não deve ignorar. Nosso país precisa encarar o setor florestal com a mesma relevância, entendendo que — além do crescimento econômico e da geração de empregos — essa atividade é fundamental para a transição para uma bioeconomia de baixo carbono.”

 

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O Principal Encontro de Executivos(as), Gestores(as) e Investidores(as) do setor florestal no Brasil.
Data: 28 e 29 de outubro de 2025
Local: Espaço Apas, São Paulo – SP
Saiba mais em: www.hdomsummit.com.br

O setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração de nativas conquistou novos recordes em 2024. O setor chegou a 10,5 milhões de hectares de árvores plantadas, ultrapassou os 7 milhões de hectares de florestas nativas conservadas, exportou US$ 15,7 bilhões em artigos florestais e produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose.

Os números estão no Relatório Anual da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), documento que traz os principais indicadores do setor. A publicação tem o apoio da consultoria ESG Tech e parceria com a startup Canopy Remote Sensing Solutions para os dados de área plantada e conservada a partir do mapeamento de imagens via satélite.

Em 2024, a área plantada pelo setor cresceu 234 mil hectares, sendo 187,9 mil hectares em Mato Grosso do Sul, estado que desponta como fronteira de expansão da indústria. Esse crescimento acontece especialmente sobre áreas antropizadas, de forma a transformar pastos de baixa produtividade em plantações produtivas, que ainda prestam valiosos serviços ecossistêmicos, como a recuperação do solo, dos recursos hídricos, da biodiversidade e a remoção de carbono da atmosfera.

No campo econômico, o Brasil se manteve como o maior exportador de celulose do mundo e segundo maior produtor. As exportações do setor, que incluem também placas, diversos tipos de papeis, entre inúmeros outros produtos, têm o mundo como destino. No ano passado, a indústria teve uma receita bruta de aproximadamente R$ 240 bilhões, superando a média nacional de crescimento, garantindo mais de 700 mil empregos diretos e mais de 2 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos.

 

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O Principal Encontro de Executivos(as), Gestores(as) e Investidores(as) do setor florestal no Brasil.
Data: 28 e 29 de outubro de 2025
Local: Espaço Apas, São Paulo – SP
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O Prêmio HDOM 2025 chegou à segunda fase. Agora, após o período de indicações, é hora de votar nos profissionais, empresas e instituições que mais se destacaram no setor florestal brasileiro.

São cinco categorias para o público escolher: Destaque Institucional (escolherá uma ação desenvolvida por instituições sem fins lucrativos, que estejam ligadas à cadeia produtiva de base florestal); Destaque Inovação (iniciativa, projeto ou tecnologia que tenha gerado resultados positivos para algum processo da cadeia produtiva de base florestal); Empresa do Ano (empresa destaque por alguma ação, projeto ou investimento significativo no setor florestal brasileiro); Executivo/a do Ano (vai premiar o/a executivo/a que teve uma gestão de destaque em 2025); e Legado Florestal Brasileiro (homenagem a personalidade que contribuiu de forma significativa para o desenvolvimento do setor florestal nacional ao longo dos anos).

A votação segue até o dia 20 de outubro e deve ser feita exclusivamente por meio do preenchimento de formulário disponível no site oficial do HDOM Summit – FOREST LEADERS & INVESTORS MEETING. As categorias “Destaque Institucional” e “Destaque Inovação” terão os vencedores definidos nesta votação.

Os mais votados das categorias Executivo/a do Ano, Legado Florestal Brasileiro e Empresa do Ano, serão apresentados ao Conselho Executivo do 3º Prêmio do HDOM, composto por mais de 30 executivos(as) do setor florestal, para seleção dos vencedores.

No dia 28 de outubro, primeiro dia do HDOM Summit, os vencedores serão anunciados em solenidade de premiação do 3º Prêmio HDOM.

 

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O Principal Encontro de Executivos(as), Gestores(as) e Investidores(as) do setor florestal no Brasil.
Data: 28 e 29 de outubro de 2025
Local: Espaço Apas, São Paulo – SP
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De acordo com dados do IBGE, o município de General Carneiro, no Paraná, manteve a liderança em 2024 no ranking brasileiro de valor bruto da produção (VBP) da silvicultura. Com um aumento de 10,3% em relação a 2023, a cidade alcançou um total de R$ 637,2 milhões no ano passado, gerados pela silvicultura. O destaque em General Carneiro é a produção de madeira em tora para outras finalidades (exclui-se papel e celulose), que teve o volume de produção aumentado em 6,3%, em relação a 2023, gerando um incremento de 11,7% no valor de produção, que atingiu R$ 420,6 milhões.

Três Lagoas (MS) passou de sexto para segundo município no ranking de valor da produção da silvicultura, com R$ 579,2 milhões, sendo destaque na produção de madeira em tora para papel e celulose, com 5,6 milhões de m3, gerando R$ 567,00 milhões, um crescimento de 159,6% e que corresponde a 98,1% do valor da produção da silvicultura no município.

João Pinheiro (MG), terceiro principal município em valor da produção da silvicultura, gerou R$ 456,1 milhões, sendo destaque na produção de carvão vegetal, com 330 mil toneladas em 2024. Neste caso houve queda, de 24,4% em termos de quantidade, na comparação com o ano anterior. O valor da produção também foi reduzido em 18,1%, gerando R$ 429,6 milhões em termos nominais.

 

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O Principal Encontro de Executivos(as), Gestores(as) e Investidores(as) do setor florestal no Brasil.
Data: 28 e 29 de outubro de 2025
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Confirmado na programação do HDOM Summit 2025, Gustavo Arns de Oliveira é o idealizador do Congresso Internacional de Felicidade, que atrai milhares de pessoas de diversas partes do Brasil para o evento realizado anualmente em Curitiba.

Gustavo é fundador da Escola Brasileira de Ciências Holísticas – Associação que promove eventos na área do autoconhecimento. Criou o Centro de Estudos da Felicidade com objetivo de promover conhecimento e a ciência do tema aplicada à vida cotidiana.

Professor universitário e de pós-graduação, já fez palestras em empresas e instituições como: Exxon Mobil, VOLVO, Br Malls, BRDE, Great Place to Work, Associação Brasileira de Recursos Humanos e outras.

Formado em direito pela PUC-PR e pós-graduado em direito constitucional pela Academia Brasileira de Direito Constitucional, é certificado pela Schumacher School em Ciências Holísticas e Economia para Transição.

A palestra Ciência da Felicidade, com Gustavo Arns, terá a medição do Diretor Presidente da Komatsu Forest Brasil, Eduardo Nicz.

 

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Data: 28 e 29 de outubro de 2025

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De acordo com levantamento divulgado pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), as exportações do setor brasileiro de árvores cultivadas tiveram crescimento de 5% no primeiro semestre de 2025, em relação ao mesmo período do ano passado. Em divisas, totalizaram US$ 7,9 bilhões.

O principal item da pauta exportadora, a celulose, puxou o resultado. O aumento das vendas foi de 10,8% em volume, chegando a 10,5 bilhões de toneladas, o equivalente a US$ 5,37 bilhões. As exportações de papel tiveram leve aumento de 0,8%, totalizando 1,3 bilhão de toneladas e US$ 1,2 bilhão. As vendas externas de painéis, por sua vez, tiveram queda de 6%, com 737 milhões de metros cúbicos enviados ao exterior, o equivalente a US$ 228,9 milhões.

A expansão das exportações no primeiro semestre deste ano também elevou a relevância do setor de árvores cultivadas na economia brasileira, segundo o levantamento da IBÁ. No período, a participação no total de exportações do Brasil, em dólares, atingiu 4,8%, resultado acima dos 4,5% do mesmo período de 2024. Além disso, a indústria brasileira de árvores aumentou sua participação no total vendido ao exterior pelo agronegócio, chegando a 9,7%, contra 9,2% na comparação anual.

A China é o principal mercado comprador de produtos florestais brasileiros. As vendas para o gigante asiático atingiram US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 22,7% sobre o mesmo período do ano passado. A China aumentou a compra de celulose (+24,4%) e painéis de madeira (+19,4%). A Europa aparece em segundo lugar, com as vendas no primeiro semestre chegando a US$ 1,8 bilhão, valor praticamente estável na comparação anual. Já as vendas para a América do Norte atingiram US$ 1,7 bilhão.

 

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Data: 28 e 29 de outubro de 2025

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O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) autarquia federal vinculada ao Ministério da Justiça, aprovou sem restrições a aquisição pela Suzano de 51% do capital social de uma sociedade constituída na Holanda pela Kimberly-Clark (que manterá 49% de participação), formando uma joint venture.

A criação da joint venture que atuará mundialmente no mercado de Tissue é avaliada em US$ 3,4 bilhões. Ela ficará responsável pela produção, ações de marketing e comercialização de itens de bens de consumo como papéis higiênicos, guardanapos, toalhas de papel e lenços faciais para mais de 70 países.

A Suzano pagará US$ 1,734 bilhão à Kimberly-Clark pela participação, em uma transação a ser realizada em dinheiro, à vista, no fechamento da operação. O valor está sujeito a ajustes decorrentes de aspectos econômicos e operacionais usuais para esse tipo de negócio. A transação está prevista para ser concluída em meados de 2026 e envolve aproximadamente 9 mil colaboradores.

A joint venture terá sede na Holanda e será responsável pela operação de 22 fábricas, localizadas em 14 países da Europa, Ásia, Oriente Médio, América do Sul, América Central, África e Oceania. Essas fábricas possuem capacidade instalada conjunta de cerca de 1 milhão de toneladas anuais. A receita líquida dos ativos incorporados à joint venture totalizou aproximadamente US$ 3,3 bilhões em 2024.

Não fazem parte do acordo os ativos da Kimberly-Clark nos Estados Unidos e suas participações em joint ventures existentes no México, na Coreia do Sul e no Bahrein, entre outros países.

A operação também contempla uma opção de compra em favor da Suzano para adquirir a participação de 49% da Kimberly-Clark.

 

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O Principal Encontro de Executivos(as), Gestores(as) e Investidores(as) do setor florestal no Brasil.

Data: 28 e 29 de outubro de 2025

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Todo os anos o IBGE divulga dados sobre área, quantidade produzida e valor da produção a partir da exploração de florestas plantadas (silvicultura) e dos recursos vegetais naturais (extrativismo vegetal). Em 2024 o valor da produção florestal atingiu novo recorde, R$ 44,3 bilhões.

Na silvicultura, são investigados sete produtos, incluindo carvão vegetal, lenha, madeira em tora e resina. Já o extrativismo vegetal contempla 37 itens, com destaque para os produtos madeireiros, alimentícios, ceras e oleaginosos.

De acordo com o PEVS (Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura) o valor da produção da silvicultura continua superando o da extração vegetal, o que ocorre desde o ano 1998. A silvicultura manteve a trajetória de crescimento dos últimos anos ao atingir o valor de R$ 37,2 bilhões, alta de 17,4% em relação ao alcançado em 2023.

“Após 2020, há um crescimento muito forte da silvicultura. Quando comparamos a produção de 2019 com a produção de 2024, a gente tem um crescimento de 140%, impulsionado pelos avanços tecnológicos e pelo valor da celulose”, comentou o gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes.

O pesquisador explica que, entre os produtos madeireiros da silvicultura, houve registro de crescimento do valor da produção em todos os grupos, sendo mais acentuado na madeira destinada à fabricação de papel e celulose, que aumentou 28,0%. O valor da produção da madeira em tora para outras finalidades cresceu 18,0%; do carvão vegetal subiu 6,3%; e da lenha alcançou 7,0%.

 

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Data: 28 e 29 de outubro de 2025

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Com significativa contribuição em temas agroalimentares globais ao longo de 37 anos de carreira, Marcos Jank é mais um palestrante de destaque confirmado para o HDOM deste ano. Jank acumula múltiplas experiências profissionais em torno do agronegócio: professor e pesquisador acadêmico, servidor do governo federal e de organizações internacionais, presidente e conselheiro de empresas e associações setoriais, executivo e palestrante no Brasil e no exterior. Viveu 10 anos no exterior tendo estudado ou trabalhado em temas de agronegócio global nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

Jank é comentarista de agronegócio na CNN-Brasil e foi colunista dos jornais O Estado de São Paulo, Folha de S.Paulo e dos sites da Revista Veja e da CNN.

Figurou entre as 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro em 2012, 2014 e 2018 pela Revista “Dinheiro Rural”. Recebeu o Prêmio ABERJE pela melhor campanha de comunicação corporativa do País em 2011, para o projeto de comunicação da cadeia sucroenergética. Esteve entre as 100 personalidades mais influentes do Brasil em 2010 pela Revista Época; as 100 personalidades mais influentes do mundo em bioenergia em 2010 e 2011 pela Revista Biofuels Digest. E recebeu o Prêmio “50 over 50” da Revista Forbes em 2024 (pessoas que se destacam após os 50 anos). Também recebeu o título de Comendador da Ordem de Rio Branco em 2010 e “Engenheiro Agrônomo do Ano” em 2007.

Sua carreira docente e de pesquisa soma mais de 20 anos em universidades do Brasil e do exterior. Na área de pesquisa aplicada ao comércio agrícola internacional, fundou e presidiu o Instituto de Estudos do Comércio e das Negociações Internacionais (ICONE) entre 2003 e 2007.

No mundo empresarial, Jank foi presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), entre 2007 e 2012. Foi também vice-presidente de assuntos corporativos e desenvolvimento de negócios da BRF para a região Ásia-Pacífico (2014-2017) e presidente da Aliança Agro Ásia-Brasil (Asia-Brazil Agro Alliance – ABAA), iniciativa que reuniu entidades empresariais exportadoras do agronegócio brasileiro com o objetivo de ampliar a representatividade do agronegócio brasileiro nos países asiáticos (ABPA, ABIEC e ÚNICA) entre 2017 e 2019.

Na área pública, serviu como especialista em integração e comércio na Divisão de Integração, Comércio e Assuntos Hemisféricos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Washington (2001-2002). Foi ainda Assessor Especial do Ministro Celso Lafer no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) em 1999.

É formado em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ-USP), Mestre em Política Agrícola no CIHEAM de Montpellier-França, Doutor em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP) e Livre Docente pela ESALQ-USP.

 

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Data: 28 e 29 de outubro de 2025
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